Vivemos um momento conturbado e diferente de tudo que foi vivido até agora e, em meio à tantas perguntas ainda sem respostas, percebemos cada vez mais que somos parte de uma sociedade e que mais do que nunca dependemos uns dos outros para desenvolvermos um ambiente econômico e social cada vez melhor. Pensando nisso, replicamos abaixo o conteúdo do site do nosso parceiro InovaSocial que trata sobre economia colaborativa e como isso está aos poucos mudando nossa forma de nos relacionarmos. 

É um texto que num cenário como o atual nos desafia profundamente porque coloca a confiança como fator fundamental dos relacionamentos e do crescimento econômico e da melhora social. Será que seguiremos tendo estas disponibilidade e abertura?

De forma resumida, Economia Colaborativa é um ecosistema socio-econômico construído em volta do compartilhamento de recursos físicos e intelectuais. O que inclui o compartilhamento da criação, produção, distribuição, troca e consumo de bens e serviços disponibilizados por diferentes pessoas e organizações.

A Economia Colaborativa é algo relativamente novo e vem sido conhecida principalmente pelo surgimento de diversos serviços e start-ups que possibilitam diferentes negociações entre pessoas físicas. E isso é apenas o começo.

Alguns exemplos de projetos que usam a Economia Colaborativa como base:

Airbnb
Uber
DogHero
Tem Açúcar?

A ideia parece simples, mas, para que esse sistema funcione, ele precisa ter algo que é essencial:

Pessoas.

Pessoas são o coração da Economia Colaborativa: aqui, falamos de cidadãos ativos, que participam de suas comunidades e da sociedade em geral. Os integrantes da Economia Colaborativa são indivíduos, comunidades, empresas, organizações e associações, todos inseridos em um sistema de compartilhamento eficiente, ao qual todos contribuem e se beneficiam. São as pessoas que fornecem os serviços e os bens; são os criadores, colaboradores, produtores e os distribuidores. Nesse sistema, pessoas criam, colaboram, produzem e consomem.

E, por causa desse ponto principal, a Economia Colaborativa vem mudando a forma como o ser humano se relaciona entre si, devolvendo a proximidade muitas vezes ausente nessa Era Tecnológica e com a vida nas grandes cidades. Ao invés de se hospedar em um hotel, que tal ser recebido em casa por um anfitrião local? E o que você acha de compartilhar itens com a sua vizinhança? Da xícara de açúcar ao carro, tudo é possível quando pessoas se incluem no ciclo da Economia Compartilhada e se dispõe a colaborar e consumir.

Texto acessado em Maio/2020 em: InovaSocial

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